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Por que o respeito é decisivo para as relações e resultados

Vivemos na era da exposição. A antiga dupla voyerismo/exibicionismo atingiu o grau máximo a partir das redes sociais.

Vivemos na era da exposição. A antiga dupla voyerismo/exibicionismo atingiu o grau máximo a partir das redes sociais. A fama se tornou um artigo vulgar. Você pode ficar muito famoso por ter feito algo inusitado ou ridículo. Mas notoriedade é outra coisa. E, no mundo das marcas, a diferença entre fama e notoriedade pode ser algo muito mais grave, que pode resultar na perda de milhões de reais ou até determinar o fim de uma empresa.

 

Notoriedade, segundo os dicionários, é: “importância social, fama proveniente de ações, opiniões de um indivíduo consideradas valorosas pela sociedade; notabilidade”. E como tornamos nossas marcas notórias? Como informamos ao público as novidades, ações e opiniões valorosas? Via de regra, por meio de veículos de comunicação com credibilidade.

 

Mas também não basta informar a eles. É preciso construir uma relação com os veículos e seus profissionais. O volume de pessoas e marcas atrás de um espaço nesses veículos é quase imensurável. E uma chance conquistada não pode ser desperdiçada.

 

Nas últimas décadas, a pressão nas redações – que nunca foi pouca – só fez crescer. Então, é importante que clientes/empresas não desvalorizem (nunca!) o tempo do editor e do repórter que estão dispostos a abrir suas agendas. 

 

As pressões por resultados e exposições em veículos da mídia são diárias. Portanto, um cliente não deveria prometer uma entrevista se estiver inseguro ou se tiver somente cinco minutos para falar. 

 

Aos profissionais de Assessoria de Imprensa e/ou Relações Públicas que buscam visibilidade para os seus clientes, vai uma dica óbvia, mas valiosa: não dispare releases ou comunicados se não puder oferecer uma fonte habilitada e disponível para dar entrevistas. Antes de falar, é necessário fazer uma seleção de dados que precisam ser ditos e que, provavelmente, serão perguntados. E o mais importante: quando o cliente não souber responder, apenas diga ao entrevistador que ele não sabe ou não pode responder. É respeitoso e digno. Por falar em respeito, os prazos também são essenciais para todos os lados (cliente, assessor e entrevistador), portanto, eles devem ser cumpridos.

 

Sim, as rotinas são corridas e nem sempre damos conta de tudo. Agora, você cliente, imagine se o seu fornecedor um dia te enrolar também… você vai continuar comprando dele sabendo que tem uma fila lá fora querendo te atender?

 

Tempo é dinheiro, não é mesmo? E junto com a informação são os ativos mais caros dos nossos dias. Então, ao pensar que você quer sua marca na mídia, pense que ela também precisa “querer” a sua marca. Afinal, empatia e responsabilidade fazem parte dos pilares de qualquer relação.

 

Autor: Lúcio Agberto

Sua marca quer ser notícia?
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Acertar o enfoque é determinante para o sucesso da comunicação

Missão Angola:  Como a Quinto Andar me ajudou a vender milho na África
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Diz a sabedoria popular que as palavras comovem e o exemplo arrasta. Então eu queria contar pra vocês o meu primeiro processo de Growth Marketing.

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